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5/19/2017

O HORÓSCOPO E A IGREJA CATÓLICA.

Muitas pessoas vivem atentas às previsões do horóscopo. Os jornais costumam incorporar uma seção com “o que os astros dizem”. Mas um cristão acredita nestas predições?

Um verdadeiro cristão não acredita em horóscopo. Ainda que se trate de uma das práticas supersticiosas mais difundidas em nossa sociedade, o horóscopo não serve para predizer os futuros atos livres das pessoas. Além disso, o futuro não é efeito dos movimentos ou posições dos astros.
O Catecismo da Igreja Católica é taxativo ao afirmar que os horóscopos devem ser rejeitados.
Sim, o Catecismo da Igreja Católica afirma que “todas as formas de adivinhação devem ser rejeitadas”. Pois bem, entre as variadas formas de adivinhação, o Catecismo menciona as seguintes: “recurso a Satanás ou aos demônios, evocação dos mortos ou outras práticas supostamente ‘reveladoras’ do futuro. A consulta dos horóscopos, a astrologia, a quiromancia, a interpretação de presságios e de sortes, os fenômenos de vidência, o recurso aos ‘médiuns’, tudo isso encerra uma vontade de dominar o tempo, a história e, finalmente, os homens, ao mesmo tempo que é um desejo de conluio com os poderes ocultos. Todas essas práticas estão em contradição com a honra e o respeito, penetrados de temor amoroso, que devemos a Deus e só a Ele” (CIC 2116).
Querer conhecer o futuro é pretender ser igual a Deus – pretensão tão soberba quanto absurda. Devemos confiar nossa vida à Providência divina, confiar em Deus como o Pai que Ele é.
Mas a consulta aos horóscopos não deve ser rejeitada somente “porque a Igreja diz”: existem outros motivos.
Primeiramente, devemos dizer que a crença em horóscopos é perigosa; é quase como acreditar em outra religião. Existem pessoas que tentam nos fazer acreditar que não somos livres, mas que estamos determinados em tudo pelo nosso signo do zodíaco. Não seria a pessoa quem realiza sua própria vida, mas todo o seu agir estaria dirigido por uma força estranha proveniente das estrelas. 
Nada do que os horóscopos afirmam está cientificamente provado. O que dizem sobre os sagitarianos hoje, por exemplo, dirão sobre os piscianos amanhã. É triste o fato de que continuem escrevendo horóscopos; mas pior ainda é saber que existem pessoas que acreditam em tudo o que leem.
A atitude da Igreja com relação aos horóscopos sempre foi de condenação sem paliativos. 
A Igreja sempre condenou e rejeitou todo o relativo a adivinhação, espiritismo e cultivo de crenças vãs. Recordou sempre que o mundo foi criado por Deus e se rege pelas leis naturais e pelos cuidados especiais da Providência.
Em tempos antigos, já houve sínodos e concílios, como o de Toledo (ano 400) e o de Braga (em 561), que rejeitaram frontalmente o culto ou cultivo da astrologia.
Para viver, as pessoas precisam de esperança, serenidade, algo em que apoiar-se. Os que acreditam que Deus é providente e reconhecem que tudo o que acontece é porque Ele quer ou permite, não precisam de outros apoios. Os que não têm esse eixo fundamental em seu pensamento buscam, com mais ou menos afinco, segundo sua cultura e sua sensibilidade, os caminhos do azar, da aventura, para esconder suas desventuras, sobretudo quando se sentem em perigo ou são desconfiados. “Mundus vult decipi”, diziam os antigos, isto é, “o mundo quer ser enganado”.💬💬💬💬💬💬💬

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